Se seu cachorro acabou de sofrer:

Posted Junho 3rd, 2011 by admin

Esses procedimentos são fundamentais para salvar a vida do seu melhor amigo

Se seu cachorro acabou de sofrer:
algum trauma: atropelamento, mordida por outro cachorro ou uma queda.
Você deve carregá-lo com cuidado na posição horizontal, se possível,
para evitar agravamento da lesão, principalmente se tratando da coluna
vertebral. Verifique se a boca não está obstruída por sangue, saliva ou
outra substância e se o cachorro está respirando sem dificuldade. Se uma
ferida estiver sangrando muito, pressione-a com um dedo ou um pano, a
fim de estancar o fluxo e formar um coágulo. Se uma pata estiver
quebrada e o osso estiver exposto para fora da pele, evite tocá-lo e
cubra-o com um pano limpo para minimizar a chance de infecção. Feitos os
primeiros socorros, leve-o imediatamente ao veterinário.
picada de inseto ou cobra: as picadas ou ferrões de insetos causam
inchaço e às vezes uma reação alérgica. Se essa reação ocorrer
internamente pode resultar em dificuldades respiratórias. Você pode
tentar retirar o ferrão com uma pinça, se conseguir enxergá-lo. Em
seguida, leve seu cachorro ao veterinário para que ele administre um
antiinflamatório adequado para minimizar a reação.
No caso de picada de cobra, não pressione o local da picada, nem faça um
torniquete. Leve-o o mais rápido possível ao veterinário para tratamento
adequado.
envenenamento ou intoxicação: filhotes e cachorros mais jovens
costumam comer tudo que vêem de diferente. No caso de envenenamento, não
lhe dê leite nem outro líquido. Não coloque seus dedos na garganta do
cachorro para fazê-lo vomitar. Você precisa levá-lo o quanto antes ao
veterinário.
Em caso de convulsões, não tente segurar a língua do cachorro, pois você
pode levar uma mordida. Tenha em mente também que nem todas as
substâncias causam intoxicação imediata; algumas provocam sinais apenas
horas mais tarde, como por exemplo, raticidas.
Lembre-se sempre de levar ao veterinário a caixa ou embalagem da
substância responsável pela intoxicação. Isso pode auxiliá-lo na escolha
do tratamento mais adequado, salvando a vida de seu cachorro mais rápido.

Cheguei em casa com um cãozinho. O que

Posted Junho 3rd, 2011 by admin

Cheguei em casa com um cãozinho. O que faço?

Os primeiros dias num ambiente estranho podem ser muito assustadores
tanto para cachorros adultos, que ficam desconfiados com o novo lar,
como para filhotes, que sentem falta da companhia dos irmãos e da mãe.
Por isso, para filhotes, é importante reservar uma área própria para ele
dormir, com um cesto ou um cobertor. Se ele decidir por um lugar em
particular, você também precisa concordar com essa escolha, pois será
muito difícil fazê-lo mudar de opinião quando estiver mais velho. Defina
também um espaço para ele comer, colocando 2 potes; um para a comida e
outro para a água, que deve estar sempre limpa e fresquinha.

Seis Males do Verão

Posted Junho 3rd, 2011 by admin

Seis Males do Verão

• Quando chega o calor e isso é muito bom, mas fique de olho, pois ele
pode aumentar a incidência de alguns problemas com nossos amigos, como
por exemplo:
• Pulgas – Esta é a época em que elas mais infestam os peludos. A
coceira é o primeiro sinal. Cheque a presença de pulgas e verifique a
aplicação dos antipulgas de controle, indicados pelo seu veterinário.
• Carrapatos – Você já sabe que os carrapatos são transmissores de
graves doenças aos cães e também às pessoas. Aproveite o calor, limpe
bem seu quintal, eliminando os focos de procriação e cheque o calendário
de aplicação dos carrapaticidas.
• Leishmaniose – Se você está em região endêmica para esta grave
zoonose, converse com seu veterinário e faça uso da coleira protetora
contra o mosquito transmissor.
• Miíase – São as infestações de larvas de mosca nas feridas doa
animais. Em épocas de calor as moscas aparecem em maior número, portanto
atenção com a higiene.
• Insolação – Sombra e água fresca para seu melhor amigo. Não esqueça
disso!
• Gastrenterites – Causam vômitos e diarréias. Tanto podem ter origem
viral, portanto não relaxe na vacinação, como poder ter origem
bacteriana, aí você deve atentar que as rações úmidas e as comidinhas
estragam mais facilmente nos dias de calor.
• Dermatites bacterianas e fúngicas – Calor e umidade, tudo o que as
bactérias e os fungos presicam para irritar a pele dos cães. Pense
sempre em deixar seu amigo tosado em épocas de calor e, após os banhos,
secar bem. É imprescindível, assim você diminui a ocorrência de
dermatites. Pense nisto e curta o verão.

CÃES – COMO EVITAR O HÁBITO DE

Posted Junho 3rd, 2011 by admin

• CÃES – COMO EVITAR O HÁBITO DE INGERIR FEZES (COPROFAGIA).

• Quais os motivos que levam os cães a ingerir fezes? Como evitar esse
hábito.
• Cães às vezes comem fezes. É nojento, mas é bastante comum. Às vezes
são as próprias fezes ou fezes de gatos. Seja por brincadeira, por
ansiedade, nervoso ou mesmo para chamar a atenção dos donos ou por pura
imitação. O fato é que fazem isso e precisamos saber como evitar esse
comportamento.
• Há ainda quem ache que as fezes podem ser nutritivas para os cães!
Nesse caso é melhor levá-lo ao veterinário para ver se ele tem alguma
deficiência nutricional que nós não conseguimos perceber…
• As razões mais comuns de cães comerem fezes se resumem em distúrbios
de comportamento ou motivos emocionais.
• Os casos mais comuns são:
• Por brincadeira: alguns cães brincam com as próprias fezes e acabam
comendo algum pedaço. Isso é mais freqüente com filhotes, mas há adultos
que continuaram com esse habito para toda a vida. Também acontece quando
os cachorros ficam presos em locais pequenos e dormem perto de onde
fazem as suas necessidades. A melhor maneira de evitar que o cão brinque
com suas fezes é manter o local completamente limpo e brincar com os
filhotes deixando os brinquedos perto deles.
• Por ansiedade: muitos cães só comem suas fezes quando estão ansiosos
como, por exemplo, quando ficam sozinhos muito tempo e não estão
recebendo a atenção dos donos. Em muitos casos o dono chega em casa faz
festa com o cachorro e depois que fica sabendo que ele comeu suas fezes
dá bronca e fica zangado com o cão. O cachorro não entende nada e fica
magoado. É melhor chegar em casa sem fazer festa e nem ficar bravo com o
animal para evitar mal entendidos. Nesse caso também ajuda também é
fazer uma atividade física com o cão.
• Para chamar atenção: Os cães (que não são bobos) percebem que o dono
corre para recolher as fezes logo que o cachorro acaba “o serviço”.
Então eles entendem que o dono dá muita importância para as fezes e
tentam pegá-las antes do dono e acabam comendo um pouco. O dono deve
recolher as fezes calmamente e oferecer um petisco qualquer para o cão
assim que ele acabar de evacuar. Ao mesmo tempo pode-se jogar algum
produto bem amargo e não tóxico nas fezes e deixar o cachorro cheirar.
Assim, para ganhar a recompensa, o cão passará a defecar mais vezes na
frente do dono permitindo que ele dê a recompensa ao cachorro e que
jogue o produto amargo sobre as fezes.

A Hora do Banho

Posted Junho 3rd, 2011 by admin

A Hora do Banho


• Ninguém agüenta conviver com um cachorro fedorento. Por outro lado a
ida a Pets Shops para os banhos pode balançar o orçamento doméstico.
Assim sendo, cabe ao dono manter seu cão limpo e cheiroso.
• Não é muito difícil dar banho no seu cão, o necessário é ter paciência
e escolher os produtos adequados. O filhote deve ser acostumado ao banho
desde cedo, para que não desenvolva aversão a ele.
• Antes dos 45 dias não é aconselhável dar um banho completo e sim a
dita limpeza a seco. Ela é feita com produtos disponíveis em forma de
gel e que contam com substâncias bactericidas. Sua aplicação é simples e
pode ser feita com algodão ou toalha umedecida sobre o corpo do filhote.
Durante o procedimento faça um agrado nele, dando um petisco, para ele
ir associando o banho a alguma coisa agradável.
• Caso haja necessidade de banhar o cãozinho antes dos 45 dias é
recomendável levá-lo a uma clínica veterinária ou a uma Pet Shop de
confiança para não oferecer risco aos filhotes.
• Tem raças que adoram água, por exemplo, o Golden Retriever e o
Retriever de Labrador.
• A pele dos animais tem um Ph diferente dos humanos assim sendo só use
sabonete e shampu indicados para animais. Deve-se ter cuidados com as
orelhas protegendo com um chumaço de algodão para não entrar água. A
água deve ser morna.
• Após o banho deve-se secar muito bem a pelagem do cãozinho para evitar
dermatites e de preferência use um secador de cabelo tendo o cuidado de
não aproximar muito o ar quente da pele e dos olhos.
• Os cães de pêlo claro podem apresentar irritações e até lesões na pele
se a secagem for excessiva.
• É aconselhável dar banho de 15 em 15 dias e escovar duas vezes por
semana (se o pêlo for curto, por exempo: Boxer, Fila Brasileiro, Fox
Terrier e American Pit Bull Terrier) e todos os dias ( se o pêlo for
longo por exemplo: Yorkshire, Golden Retriever, Afgan Hound, Shih-Tzu)
para tirar os pêlos mortos.
• Existe um shampu para cada tipo de pêlo. Nos cães de pelagem clara
usa-se um shampu clareador que tira as manchas amarelas deixando o pêlo
claro e macio. Deve-se evitar este tipo de shampu em animais de pelagem
marrom ou preta pois vai deixar os pêlos ressecados.
• Os cães que tem subpêlo: Akita, Husky Siberiano;Chow Chow e Collie
devem receber cuidados redobrados. A escovação deve ser semanal mas os
banhos são recomendados a cada 20 e 30 dias. Usa-se apenas um shampu
neutro e não utilizar hidratante. A secagem deve ser mais cuidadosa. Vá
abrindo os pêlos e secando muito bem. Há quem prefira tosar um pouco a
pelagem, inclusive a higiênica antes de dar banho.
• Não use sabão de coco. O Ph (nível de acidez) da pele do animal é
levemente ácido (entre 5,5, e 6,5) enquanto o Ph do sabão de coco é
levemente cálcico (em torno de 8). Quando utilizado na pele do cão o
sabão de coco muda o Ph ácido da pele para alcalino e a flora da pele
pode reagir.
• Nos cães de pêlo longo deve-se manter a escovação diária para
desembolar os pêlos e após o banho aplicar um creme hidratante para o
pêlo não ficar opaco e ficar mais fácil de desembolar.
• Nos cães de pêlo duro, por exemplo: Fox Pelo Duro, Norfolk Terrier e
Schnauzer deve-se aplicar, após o banho, um hidratante (não muito
oleoso) nas franjas, barba e patas, mantendo a escovação (duas vezes por
semana) de preferência com rasqueadeira e pente para evitar nós.
• Os cães perdem pêlos diariamente principalmente no verão. Os cães de
pêlo curto perdem mais do que os de pêlos longos. O que não pode ocorrer
são falhas no pêlo e feridas na pele. Enquanto o pêlo estiver homogêneo
é sinal que tudo está perfeito mas o aparecimento de crostas, lesões,
quedas de pêlos localizadas e irregulares na pele indicam que algo está
errado. Neste caso é necessária a ida ao veterinário.

Parasitas

Posted Junho 3rd, 2011 by admin

Parasitas


• São várias as doenças transmitidas por parasitas como pulgas e
carrapatos. Se antes a presença desses parasitas era associada a animais
que viviam em grandes quintais gramados, hoje, a realidade é bem diferente.
• Esses parasitas se proliferam em toda a parte, inclusive dentro de
apartamentos urbanos. Para combatê-los é preciso muito cuidado. Como são
vetores de doenças sérias, que podem levar o cão à morte, eles devem ser
eliminados de maneira rápida não só do corpo do animal mas, também, do
ambiente em que ele vive.
• As estações mais quentes são as preferidas pelas pulgas e é durante
este período que elas se reproduzem. As pulgas adultas que se
alimentam de sangue e que conseguimos enxergar representam apenas 5% da
infestação. Os outros 95% estão no ambiente em forma de ovos, larvas e
pupas que se transformaram em novas pulgas.
• O ciclo reprodutivo das pulgas começa entre 24 a 48 horas após a pulga
adulta picar o animal. Iniciada a postura, uma pulga pode chegar ao
total de 2.000 ovos. Daí o importante de tratar, também, o ambiente. As
pulgas se apresentam em vários gêneros como Ctenocephalides Canis,
C.Felis e Pulex Irritans. Elas parasitam cães, gatos e o homem. São
parasitas que se alimentam de sangue e, dependendo da infestação, podem
causar severa anemia. Como a pulga é hospedeira intermediária de um
verme intestinal, o Dipylidium Caninum, ela representa um grande perigo
à saúde do seu cão. Por isso, é essencial que seu cão seja tratado com
vermífugo quando apresentar infestação de pulgas.
• A pulga causa, também, a dermatite alérgica a pulgas (DAP) uma reação
de hipersensibilidade a um ou mais componentes da saliva da pulga.
• A Dermatite Alérgica a Pulgas é uma doença causada pela saliva da
pulga, seus sintomas são coceira (prurido), ausência de pêlos
(alopecia), presença de pêlos secos e quebrados, descamação e
hiperpigmentação. O tratamento consiste na eliminação das pulgas do
animal e do ambiente.
• Os carrapatos são parasitas que também se alimentam de sangue e pode
causar, também, anemia. Eles se alojam por todo o corpo do animal,
especial nas entre patas, entre dos dedos, região inguinal, face e
orelhas. São encontrados facilmente em pastos e gramados mas ultimamente
têm sido encontrados até nos grandes centros urbanos. As fêmeas são
acinzentadas e são bem maiores que os machos. Os carrapatos são
responsáveis pela transmissão de doenças graves como a Erliquiose
(Ehrlichia canis) e a Bebesiose (Babesia canis).
• A Erliquiose apresenta vários sintomas como febre, aumento do baço,
aumento do fígado, intolerância a exercícios, machas vermelhas, perda de
peso, sangramento espontâneo e anemia. O diagnóstico é realizado através
de exame de sangue e o tratamento é feito com anibióticos.
• A Babesiose parasita as hemácias do cão. Entre os sintoma destaca-se a
icterícia ou seja coloração amarela de mucosas, anemia e aumento do
baço. O diagnóstico é feito, também, pelo exame de sangue.
• No comércio existem inseticidas específicos para pulverizar a caminha
do cachorro ou lavar a casinha. Mas o ideal é que se faça um trabalho em
conjunto. Aplicar o produto no cão e ao mesmo tempo higienizar o
ambiente. O veterinário deve ser consultado ao observar se o cão está
com coceiras ou queda excessiva de pêlos.

Como Ensinar seu Cão a Fazer as Neces

Posted Junho 3rd, 2011 by admin

Como Ensinar seu Cão a Fazer as Necessidades no Lugar Certo

1 – Ao montar as instalações para o novo cãozinho, ajeite de forma que o
alimento e a cama fiquem afastados da área que servirá de banheiro. No
começo, forre uma área grande com várias folhas de jornal.
2 – Após cada refeição ou período de brincadeira, coloque o animal na
área forrada com jornais e observe-o. Assim que ele fizer as
necessidades o recompense com elogios e petiscos. Com o passar dos dias
e conforme o cão for entendendo, diminua gradativamente as folhas de
jornal, reduzindo a área do banheiro canino.
3 – Ao limpar a área, procure deixar uma folha de jornal com um pouco de
urina e, sobre ela, coloque uma folha limpa.
4 – Se desejar, substitui o jornal pelo tapete higiênico ou ainda use-os
em conjunto, lembrando que nesse caso não é necessário deixar a folha
molhada com xixi, pois o tapete higiênico já produz o odor
característico que induz o cão a fazer as necessidades ali.
Outras dicas:
• Os cães são animais de convívio social e a higiene é muito importante
para eles. Por isso, nunca forre com jornais as áreas próximas onde ele
dorme e come.
• A bronca deve ser dada somente no momento exato em que o cão estiver
fazendo as necessidades no local errado. Se você chegou em casa e
encontrou cocô na sala, não adianta esfregar o focinho do cachorrro no
local pois ele não vai entender.
• Muito cuidado ao repreender o cão porque ele pode entender que é
errado fazer cocô e ele pode desenvolver o hábito de comer cocô em
função do medo de levar bronca. Assim ele come o cocô para esconder o
que fez.
• Quando o cão demora muito a aprender, o indicado é deixá-lo isolado
num área forrada inteiramente com jornal e só soltá-lo apenas depois que
ele fizer as necessidades.
• Para obter resultados mais rápidos com o seu cão, nunca limpe as fezes
e urina quando ele estiver por perto. O cão pode copiar as atitudes do
dono. Ele pode entender, por exemplo, que o dono está comendo fezes e
querer fazer igual.
• Existe uma marca de tapete higiênico chamado Pipiutil. Junto com o
tapete você pode usar o porta tapete. Existe um só para macho chamado
Pipi Dolly’s que é composto de duas partes; uma no chão e outra na parede.

Tabela de Vacinação dos Cães

Posted Junho 3rd, 2011 by admin

Tabela de Vacinação dos Cães
10.04.08

Desde o momento em que adquirimos um cachorro, devemos estar ciente
dos cuidados de que eles necessitam para sobreviverem. É imprescindível,
portanto, buscar informações sobre as doenças típicas de cada um, bem
como as vacinas essenciais para preveni-las.

Não existe um programa único de vacinação, pois o veterinário é que
determina o período mais propício para o animal, podendo variar,
inclusive, nos casos entre macho e fêmea. Além disso, o profissional
pode solicitar uma vacina extra conforme a incidência ou não da doença
na região.

Porém não se assuste, não é um bicho de sete cabeças manter o
controle sobre o calendário de vacinação de seu pet. Confira quais são
as vacinas obrigatórias, na verdade tidas como as ideais, as opcionais,
para que servem e o período apropriado para cada uma na vida de seu
animalzinho.
45- 60 dias 75- 90 dias 105- 120 dias 5 meses semestral anual
Polivalente* X X X X
Giardia X X X
Gripe Canina X X
Leptospirose** X
Raiva X X

*Previne as seguintes doenças: Cinomose, Parvovirose, Coronavirose
Canina, Leptospirose e Hepatite. Deve ser feita após a desvermifugação
do animal.
** Apesar da vacina Polivalente preveni-la, essa dose extra deve ser
aplicada no cão que habita locais de grande incidência da doença. Seu
reforço deve ser deito a cada 6 meses, visto que o anticorpo tem curta
duração, tornando-se nulo de 3 a 9 meses após a dose.
Por que seu cão deve ser vacinado por um médico veterinário?

Porque somente o médico veterinário está capacitado para:
1. Planejar o programa de vacinação adequado a cada cão;
2. Realizar um exame clínico completo antes da vacinação;
3. Não vacinar cães doentes ou debilitados;
4. Recomendar, quando necessário, um programa de vermifugação adequado;
5. Utilizar vacinas de boa qualidade e boa procedência, conservadas de
modo correto;
6. Não prescrever ou utilizar medicamentos que possam interferir na
vacinação;
7. Utilizar seringas e agulhas estéreis e boas técnicas de assepsia,
evitando contaminações;
8. Conhecer as vias corretas de aplicação;
9. Emitir atestados de vacinação com valor legal para viagens ao
exterior ou se o gato morder pessoas ou outros animais;
10. Garantir o bom resultado da vacinação.

Tosse dos Canis ou Gripe Canina

Posted Junho 3rd, 2011 by admin

Tosse dos Canis ou Gripe Canina
06.05.08

Também chamada de Traqueobronquite Infecciosa Canina, é uma
enfermidade dos cães que se instala no sistema respiratório superior e,
dependendo do estado imunológico do animal, pode acelerar para uma
infecção do trato respiratório inferior, determinando uma broncopneumonia.

A enfermidade ocorre normalmente e animais filhotes ou idosos
imunodeprimidos, mas pode ocorrer em qualquer idade ou raça. É chamado
de “tosse dos canis” porque é transmitido em lugares fechados como:
canis de hotéis, feiras de filhotes e onde ocorre muita população
canina, através de aerossóis (gotículas com o agente causador da doença)
do espirro. O agente principal causador da doença é a bactéria
Bordetella bronchiseptica que pode abrir caminho para outros agentes
como: o vírus da Parainfluenza e Adenovírus tipo 2 que debilitam mais
fortemente o animal.

A principal queixa dos proprietários para o médico veterinário é em
relação à tosse freqüente com ou sem secreção, vômitos (que na verdade
são secreções traqueais provenientes da tosse) e que o animal está com
algum objeto “trancado” na garganta. Os animais estão mais propensos a
esta doença no período do inverno, mas pode ocorrer em qualquer estação
climática do ano. Normalmente os sinais clínicos são autolimitantes
podendo variar de 10 a 21 dias dependendo do estado imunológico do
paciente. Existem inúmeros tratamentos que pode variar de apenas um
antitussígeno ou o uso de antibióticos e corticosteróides, tudo vai
depender de cada situação e um exame clinico apurado com o médico
veterinário.

A melhor forma de prevenção da doença é a vacinação. Existem no
mercado excelentes vacinas que irão beneficiar o paciente contra a
“tosse dos canis”. Normalmente é aplicada com duas primeiras doses. A
primeira as 6 semanas de idade e a segunda 21 dias após, fazendo uma
aplicação anual. O esquema vacinal dependerá de cada situação na qual
apenas o médico veterinário poderá escolher.

Cinomose

Posted Junho 3rd, 2011 by admin

Cinomose
02.06.08

A cinomose é uma doença altamente contagiosa provocada pelo vírus
CDV (Canine Distemper Virus) ou Vírus da Cinomose Canina (VCC), da
família PARAMYXOVIRIDAE, que atinge animais da família canidae,
mustelidae, mephitidae e procyonidae (entre eles cães, furões/ferrets e
alguns outros animais silvestres). Ela degenera os envoltórios lipídicos
que envolvem os axônios dos neurônios, conhecidos como baínha de
mielina. Ela afeta a todos os cães e é raro que haja algum que não tenha
sido exposto ao vírus, exceto no caso de cães que vivem isolados. Junto
com ela, geralmente aparecem infecções causadas por bactérias.

A cinomose de gatos domésticos é provocada por outro vírus,
exclusivo e específico, e é chamada panleucopenia felina.
Transmissão
A cinomose não é uma zoonose, isto é, não passa para seres humanos;
contudo o ser humano pode carregar o vírus até que ele chegue a um
animal sadio. A transmissão ocorre, em geral, através do contato com
secreções do nariz e boca do animal. Isso pode se dar através de um
espirro do animal doente, espalhando a secreção ao redor e contaminando
os cães que estejam por perto. É muito importante que se diga, que o
vírus da Cinomose tem pouca resistência a nível ambiental, ou seja, fora
do organismo do seu hospedeiro, o que facilita o controle ambiental da
disseminação da doença, diferentemente do que ocorre com a parvovirose,
por exemplo.
Sintomas
A Cinomose é a doença mais importante dos cães. A descrição clássica
em livros textos é de uma infecção viral aguda caracterizada por febre
bifásica, secreções nasal e ocular, anorexia, depressão, vômito,
diarréia, desidratação, leucopenia, dificuldades respiratórias,
hiperceratose do focinho e dos coxins plantares, mioclonia e
sintomatologia neurológica.

Tanto os animais tratados quanto os não tratados podem desenvolver
sintomalogia nervosa, mas esta é mais comum nos últimos. Essa fase
nervosa da doença pode ser caracterizada por espasmos musculares
(mioclonia) e comportamento fora do normal. Esse “comportamento fora do
normal” é provocado pela desmielinização do sistema nervoso, o cão pode
se tornar agressivo e não reconhecer o dono. Com o degeneramento
avançado da baínha de mielina, o cão pode apresentar paralisia devido à
fragmentação dos neurônios. Embora hoje em dia muitos Veterinários
recomendem a eutanásia de um animal com paralisia pela cinomose, a
acupuntura tem sido um tratamento eficaz, com recuperação quase que
total, o animal recupera os movimentos, e se havia parado de urinar e
defecar, também volta ao normal.
Tratamento
O tratamento é difícil. Depende muito da capacidade imunológica do
próprio cão. O veterinário pode ajudar eliminando doenças que aparecem
devido à baixa no sistema imunológico, como infecções bacterianas;
receitar medicamento que diminuam a inflamação no cérebro e aumente sua
resistência; uma alimentação adequada, etc.

A acupuntura é utilizada para tratamento das sequelas, e não da
doença ou seus sintomas.